O brasileiro é muito crédulo e isto lhe retira a vantagem da percepção imediata dos fatos, visto que a credulidade em qualquer nível, aliena o homem, seja para bem ou para mal. Esta credulidade não se restringe apenas à esfera do sobrenatural e do mítico, mas também, e principalmente, dos fatos do dia-a-dia. Na economia, espera-se vigorosamente por um milagre que venha produzir abastância e riqueza tal, que todos possam ser aquinhoados pela distribuição de renda; na política espera-se sempre que os políticos sejam honestos; na justiça espera-se invariavelmente por acordãos que publicados no rigor do reto e perfeito juízo; na educação espera-se jubilosamente que a escola seja o agente promotor de conhecimentos, que, por fim, conduza o educando à suprema sabedoria, a qual lhe permita ter vida digna e progresso.
Vive-se no Brasil uma espécie de "Síndrome de Colibri", ou seja, em determinado momento, um eufórico ativismo, em outro momento um torpor tal, que não se consegue agir e reagir a nada. Esta síndrome vem sendo desenvolvida lenta e gradativamente pelos sistemas de dominação e controle dos que supõem dirigir os destinos das coisas e dos homens. É um progressivo processo de imunização por pequenas doses de delitos, improbidades, abusos, desvios e deslizes de pequena monta.
A mídia brasileira é, em geral, extremamente tendenciosa e revisionista, no sentido em que apenas alardeia o que lhe serve como trampolim. Está atenta sim, aos fatos, porém, os publica, quando os publica, de acordo com seus acordos. Apoia-se este ou aquele candidato, em função do tamanho da fatia que auferirá na propaganda institucinal, na parcela de dinheiro público para financiar ou pagar dívidas privadas e irresponsáveis. Por estas razões, esta mesma mídia se pronuncia, ou se cala sobre determinados assuntos, na proporção que se estabelecem tratados com os governantes do momento. Estes, obviamente, se dão aos desfrute de distribuir as benesses de conformidade com a proposta de maior ou menor apoio por parte da grande média.
Desde o fim do regime militar, o país tem passado por diversos e diferentes experimentos político-econômico, todavia, nenhum deles com profundidade e seriedade. São planos econômicos ortodoxos, heterodoxos e até mesmo acéfalos, porém frustrantes. O povo, como sempre, paga a conta no das contas, pois afinal estão todos entorpecidos pelas contrainformações e desinformações da mass media comprometida em se perpetuar no poder com o poder.
Desde a reforma do ensino em 1971, altamente criticada por setores progressistas, não se tem feito absolutamente nada consistente neste segmento. Tudo o que se fez até aqui, pelos governos ditos democráticos foram amenidades e facilidades para promover o educando de uma série à outra sem que ele tenha de fato apreendido os saberes. O estudante passa pelos bancos das escolas, entretanto, saem no final do processo sem habilidade e sem competência. A verdade desse fato é a realidade das milhares de vagas e dos postos de trabalho que não podem ser ocupados por incapacidade dos que realizam testes e provas para ocupá-los. Não basta ter um certificado, é necessário ter qualificação!
A despeito de todas estas verdades, qualquer estudante medíocre em conhecimentos está apto a falar bem de uma determinada ideologia em detrimento de outra. Defendem pessoas e políticas com grande desenvoltura e, as vezes, com intensa sofreguidão, como se isto lhe fora o único projeto de vida. Nenhum manacial corre sem que haja uma fonte. Assim, estas posturas são resultantes de um imenso, intenso e profícuo trabalho de doutrinação nas salas de aula. Há uma ação sistemática de aliciamento ideológico pelo país, a partir dos próprios agentes promotores da educação, passando pelos materiais didáticos até chegar ao próprio educando.
Nas últimas três décadas, vem ocorrendo uma profunda campanha de detração de qualquer linha de pensamento ideológico conservador. Tornou-se preocupante qualquer pessoa se manifestar de direita ou conservador sobre qualquer assunto. Ser de direita tornou sinônimo de maldade, mesquinhês, ganância, dominação e exploração. Até os desatinos dos últimos governos denominados de esquerda, as pessoas se privavam de dizer que eram conservadoras ou de direita. Agora, alguns já estão se aventurando reafirmar suas posições, porque a história e os fatos se encarregaram de provar que os homens são feitos do mesmo material e a reivindicação de que só a esquerda era honesta caiu por terra. As gordas propinas escoaram pelos valeriodutos e foram distribuídas pelos conta-gotas do mensalão. Ainda que estas categorias de esquerda ou direita sejam, a meu ver, um discurso anacrônico, de qualquer forma, ainda é um referencial para distinção de posturas e posições.
Há uma profunda e meticulosa doutrinação no campo ideológico dentro das escolas, desde as séries iniciais até o nível superior. Milhares de professores, todos os dias e em diferentes lugares utilizam das salas de aula como palanques políticos. Alguns estão tão compungidos a este affair que nem se apercebem mais do que estão falando. Em muitos casos estão discutindo algo absolutamente transversalizado e fora do contexto, mas o importane é falar, e falar mal de tudo o que abominam. Geralmente, o que abominam é qualquer possibilidade de o capitalismo ser bem visto, a burguesia ser considerada e a direita ser respeitada como uma alternativa. Tudo o que defendem é a permanência da pseudo-esquerda no poder e do seu progresso rumo à instalação de um sistema socialista, mas que, de fato, não é marxista. Mesmo diante dos contínuos e evidentes insucessos do famígero modelo na China, na ex-URSS, na empobrecida Cuba de Fidel, até as miseráveis Albânia e Coréia do Norte, eles acreditam piamente que é a melhor opção para o Brasil, para a América Latina e, quem sabe, para o mundo.
Vive-se no Brasil uma espécie de "Síndrome de Colibri", ou seja, em determinado momento, um eufórico ativismo, em outro momento um torpor tal, que não se consegue agir e reagir a nada. Esta síndrome vem sendo desenvolvida lenta e gradativamente pelos sistemas de dominação e controle dos que supõem dirigir os destinos das coisas e dos homens. É um progressivo processo de imunização por pequenas doses de delitos, improbidades, abusos, desvios e deslizes de pequena monta.
A mídia brasileira é, em geral, extremamente tendenciosa e revisionista, no sentido em que apenas alardeia o que lhe serve como trampolim. Está atenta sim, aos fatos, porém, os publica, quando os publica, de acordo com seus acordos. Apoia-se este ou aquele candidato, em função do tamanho da fatia que auferirá na propaganda institucinal, na parcela de dinheiro público para financiar ou pagar dívidas privadas e irresponsáveis. Por estas razões, esta mesma mídia se pronuncia, ou se cala sobre determinados assuntos, na proporção que se estabelecem tratados com os governantes do momento. Estes, obviamente, se dão aos desfrute de distribuir as benesses de conformidade com a proposta de maior ou menor apoio por parte da grande média.
Desde o fim do regime militar, o país tem passado por diversos e diferentes experimentos político-econômico, todavia, nenhum deles com profundidade e seriedade. São planos econômicos ortodoxos, heterodoxos e até mesmo acéfalos, porém frustrantes. O povo, como sempre, paga a conta no das contas, pois afinal estão todos entorpecidos pelas contrainformações e desinformações da mass media comprometida em se perpetuar no poder com o poder.
Desde a reforma do ensino em 1971, altamente criticada por setores progressistas, não se tem feito absolutamente nada consistente neste segmento. Tudo o que se fez até aqui, pelos governos ditos democráticos foram amenidades e facilidades para promover o educando de uma série à outra sem que ele tenha de fato apreendido os saberes. O estudante passa pelos bancos das escolas, entretanto, saem no final do processo sem habilidade e sem competência. A verdade desse fato é a realidade das milhares de vagas e dos postos de trabalho que não podem ser ocupados por incapacidade dos que realizam testes e provas para ocupá-los. Não basta ter um certificado, é necessário ter qualificação!
A despeito de todas estas verdades, qualquer estudante medíocre em conhecimentos está apto a falar bem de uma determinada ideologia em detrimento de outra. Defendem pessoas e políticas com grande desenvoltura e, as vezes, com intensa sofreguidão, como se isto lhe fora o único projeto de vida. Nenhum manacial corre sem que haja uma fonte. Assim, estas posturas são resultantes de um imenso, intenso e profícuo trabalho de doutrinação nas salas de aula. Há uma ação sistemática de aliciamento ideológico pelo país, a partir dos próprios agentes promotores da educação, passando pelos materiais didáticos até chegar ao próprio educando.
Nas últimas três décadas, vem ocorrendo uma profunda campanha de detração de qualquer linha de pensamento ideológico conservador. Tornou-se preocupante qualquer pessoa se manifestar de direita ou conservador sobre qualquer assunto. Ser de direita tornou sinônimo de maldade, mesquinhês, ganância, dominação e exploração. Até os desatinos dos últimos governos denominados de esquerda, as pessoas se privavam de dizer que eram conservadoras ou de direita. Agora, alguns já estão se aventurando reafirmar suas posições, porque a história e os fatos se encarregaram de provar que os homens são feitos do mesmo material e a reivindicação de que só a esquerda era honesta caiu por terra. As gordas propinas escoaram pelos valeriodutos e foram distribuídas pelos conta-gotas do mensalão. Ainda que estas categorias de esquerda ou direita sejam, a meu ver, um discurso anacrônico, de qualquer forma, ainda é um referencial para distinção de posturas e posições.
Há uma profunda e meticulosa doutrinação no campo ideológico dentro das escolas, desde as séries iniciais até o nível superior. Milhares de professores, todos os dias e em diferentes lugares utilizam das salas de aula como palanques políticos. Alguns estão tão compungidos a este affair que nem se apercebem mais do que estão falando. Em muitos casos estão discutindo algo absolutamente transversalizado e fora do contexto, mas o importane é falar, e falar mal de tudo o que abominam. Geralmente, o que abominam é qualquer possibilidade de o capitalismo ser bem visto, a burguesia ser considerada e a direita ser respeitada como uma alternativa. Tudo o que defendem é a permanência da pseudo-esquerda no poder e do seu progresso rumo à instalação de um sistema socialista, mas que, de fato, não é marxista. Mesmo diante dos contínuos e evidentes insucessos do famígero modelo na China, na ex-URSS, na empobrecida Cuba de Fidel, até as miseráveis Albânia e Coréia do Norte, eles acreditam piamente que é a melhor opção para o Brasil, para a América Latina e, quem sabe, para o mundo.

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